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14 de ago de 2014

                                 PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA – ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO
                 
  PLANO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA EM LEITURA E ESCRITA PARA O BAIXO DESEMPENHO

                 I - Identificação
Município: CAPINÓPOLIS
Ano de escolaridade: 4º ANO   -  
Ciclo: CICLO COMPLEMENTAR DA ALFABETIZAÇÃO
Turno de realização: MATUTINO
Tempo Previsto: 1º/ 09/2014   a    12/12/2014  -   OU   enquanto necessitar.
Frequência semanal:  DIARIAMENTE     

                   1 - SITUAÇÃO DOS ALUNOS:
·        13 (treze) ALUNOS ENCONTRAM-SE NO NÍVEL BAIXO DESEMPENHO.

·          APENAS  DOIS (2)  ALUNOS ESTÃO NO NÍVEL INTERMEDIÁRIO.


II - Equipe Pedagógica Responsável: Diretora, Supervisora, Psicóloga, Professor de Reforço, Professor da sala de Recursos, PEUB,  

a) Planejamento: Professor Regente, Supervisora, Psicóloga, Professor de Reforço, Professor da sala de Recursos, PEUB,

b) Orientação e Monitoramento: Direção, Supervisão, Equipe do PIP  S R E e MUNICIPAL  2014

c) Execução: Será executado por todos os profissionais mencionados acima diariamente, uma vez que cada tarefa será realizada em horários estabelecidos por esta unidade de ensino.

d) Avaliação: Avaliação contínua, Processual e formadora, bem como Avaliação bimestral, e mensal realizada pela equipe do PIP MUNICIPAL.

                                 IV- Objetivo
  • Garantir ao aluno, através da convivência com gêneros textuais diversificados e estratégias de ensino desafiadoras, o aprimoramento de seu nível de leitura e escrita.

V- Material de Apoio
.   *  Alfabeto: imprensa maiúscula/ imprensa minúscula/ letra cursiva.
 .  *  Trabalhando com as quadrinhas: Jacaré e Tomatinho. 60 planos -
 .  *  Cartazes/ fichas/ cartelas/ jogos/ jornais/ revistas/ livros …
 . * Gêneros textuais: trava-língua, musica infantil, lista, parlenda, bilhete, convite, aviso, poesia e receita culinária.
                                                                   
 VI- Justificativa
Após analisar os resultados da avaliação diagnóstica, detectou-se uma significativa demanda de alunos do  4º anos em baixo desempenho. Os dados apontam que esses estudantes ainda se encontram em fase inicial de aquisição da escrita e da leitura. Espera-se que, de posse desses dados, a equipe dessa escola, realize uma intervenção pedagógica emergencial a fim de ensinar aquilo que é necessário ensinar: ler e escrever.

        VII_ Estratégias
a) Leitura
1- Leitura diária (três textos por dia, de diferentes gêneros)
2- Leitura em diferentes suportes (cartaz, livro, jornal, revista...)
3-  Leitura oral feita pela professora
4-  Leitura oral (individual e coletiva) feita pelos alunos
5 - Leitura com pausa protocolada.
6-  Leitura compartilhada (dividir responsabilidade de leitura a grupo de alunos de  acordo com os personagens e narrador do texto).

7- Trabalhar a compreensão oral do texto (desafiar os meninos a fazer a inferência, levantamento de hipóteses…)
8- Explorar, “ fazer refletir” e ensinar sobre cada texto lido:
     . * De onde será que vem este texto? (será de um jornal? Revista? Bíblia? Livro?)
     . * Que espécie (gênero) de texto será este? (poesia, receita, trava-língua?)
     . * Para que serve este texto? (divertir, informar, orientar o procedimento?)
     . * Quem conhece outros textos parecidos com este? Onde você viu?

b) Jogos
    . * Memória, bingo, trilha, baralho de letras, baralho de sílabas, caixa de palavras, domino de letras, de sons iniciais, outros. Caixa amarela (10 jogos).

c) Escrita
> Produção de texto (bilhete, aviso, quadrinha, convite, trava língua)
-        Coletivo (todos colaboram oralmente e a professora – ESCRIBA – vai registrando no quadro ou folha grande para que o texto seja aproveitado em outra aula).
-        Grupal (construção de palavras – com letras e sílabas móveis; frase – com palavras móveis; texto – com frases móveis, todos no grupo participam da construção).
-        Grupal (entregar para cada grupo um pincel atômico e uma folha grande) onde vão produzir palavras, frases ou textos espontaneamente, ou sob a orientação da professora (aviso, quadrinha, bilhete, receita, trava língua, lista).

OBS:  O grupo poderá  produzir:
               – palavras ou frases – a partir da apresentação de uma imagem.
               _ texto – a partir de outro texto substituindo palavrinhas.
               _ texto – a partir de uma sequência de imagens.
               – texto – a partir da necessidade da classe (aviso, bilhete, lista, etc.)

          O GRUPO PRECISA SEMPRE PRODUZIR OBSERVANDO:
               - o que (tema)
               - para quem (destinatário)
               - para que (finalidade)
               - em que (suporte)

      OPERACIONALIZAÇÃO:     

  1- Garantir aos alunos 70% da carga horária diária com atividades do Conteúdo de Língua Portuguesa – Leitura e Escrita (não inclui cópia).

  2- Conhecer bem sobre níveis de leitura e escrita para interpretar e acompanhar a evolução da aprendizagem das crianças.

   3- Trabalhar simultaneamente os processos de alfabetização e letramento conforme caderno 2 SEE/CEALE, propiciando-lhes um ambiente alfabetizador.

   4- Trabalhar com foco nas capacidades e nos descritores contemplados na Avaliação Diagnóstica bem como no  Plano sugerido pela S R E. (60 planos ).

   5- Cumprir a orientação desse plano: trabalhar até três textos diariamente, intercalando-os com atividades orais de Consciência Fonológica e outras.

   6- Ensinar aos alunos o “modo de organização” de cada gênero contemplado no item material de apoio.

   7- Fazer um trabalho consistente em relação ao “reconhecimento do uso social da ordem alfabética”.

   8- Monitorar, sistematicamente, a evolução da aprendizagem de cada aluno, através de atividades orais e escritas quando solicitadas individualmente.

  10- Ensinar ao aluno a compreender o que lê oralmente, o que ouve a professora ler, através de perguntas desafiadoras que o levem a “pensar” e, não apenas a “localizar” o que o texto já diz. Pista textuais e intertextuais.

Ex:
A Galinha Pintadinha
e o Galo Carijó
a galinha usa saia
e o galo paletó

A galinha ficou doente
e o galo nem ligou
e os pintinhos foram correndo
pra chamar o seu doutor


   Veja algumas perguntas que provocam o “pensar”, cujas respostas são possibilidades porque o texto dá pistas.

    a) Você conhece uma galinha pintadinha?
                  
    b) As galinhas que você conhece usam roupas?

    c) Quem você acha que é o doutor da galinha?      
                  
    d) Quais as causas que podem ter provocado a doença da galinha?

    e) O que você imagina que o doutor fez para curar a galinha?

AVALIAÇÃO
Construir um instrumento simples e funcional (ficha coletiva) que possibilite o registro semanal dos avanços dos alunos em leitura e escrita.
Após a execução desse plano, conforme o tempo previsto, aplicar uma avaliação diagnóstica para que a equipe possa agrupar os alunos e planejar ou replanejar a próxima intervenção.


aprender a ler e escrever, o indivíduo necessita entender a relação estabelecida entre fala e escrita e conhecer o sistema de regras da escrita.
Quadro1. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
1. Escreve-se com letras, que não podem ser inventadas, que têm um repertório finito e que são diferentes de números e de outros símbolos. 2. As letras têm formatos fixos e pequenas variações produzem mudanças na identidade das mesmas (p, q, b, d), embora uma letra assuma formatos variados (P, p, P, p). 3. A ordem das letras no interior da palavra não pode ser mudada. 4. Uma letra pode se repetir no interior de uma palavra e em diferentes palavras, ao mesmo tempo em que distintas palavras compartilham as mesmas letras. 5. Nem todas as letras podem ocupar certas posições no interior das palavras e nem todas as letras podem vir juntas de quaisquer outras. 6. As letras notam ou substituem a pauta sonora das palavras que pronunciamos e nunca levam em conta as características físicas ou funcionais dos referentes que substituem. 7. As letras notam segmentos sonoros menores que as sílabas orais que pronunciamos. 8. As letras têm valores sonoros fixos, apesar de muitas terem mais de um valor sonoro e certos sons poderem ser notados com mais de uma letra. 9. Além de letras, na escrita de palavras, usam-se, também, algumas marcas (acentos) que podem modificar a tonicidade ou o som das letras ou sílabas onde aparecem. 10. As sílabas podem variar quanto às combinações entre consoantes e vogais (CV, CCV,CVV, CVC, V, VC, VCC, CCVCC...), mas a estrutura predominante no português é a sílabaCV (consoante – vogal), e todas as sílabas do português contêm, ao menos, uma vogal. FONTE: MORAIS, 2012).GUIA DE FORMAÇÃO PNAIC - UNIDADE 03 _ANO 01_AZUL _ PÁGINA 10

CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
Sabemos, hoje, que a consciência fonológica é um vasto conjunto de habilidades que nos permitem refletir sobre as partes sonoras das palavras (cf. BRADLEY; BRYANT, 1987; CARDOSO-MARTINS, 1991; FREITAS, 2004; GOMBERT, 1992).
Sim, além de usar as palavras para nos comunicar, podemos assumir diante delas uma atitude metacognitiva, refletindo sobre sua dimensão sonora.
A consciência fonológica, ou o conhecimento acerca da estrutura sonora da linguagem, desenvolve-se nas crianças ouvintes no contato destas com a linguagem oral de sua comunidade. É na relação dela com diferentes formas de expressão oral que essa habilidade metalinguística desenvolve-se, desde que a criança se vê imersa no mundo lingüístico.
Diferentes formas linguísticas a que qualquer criança é exposta dentro de uma cultura vão formando sua consciência fonológica, entre elas destacamos as músicas, cantigas de roda, poesias, parlendas, jogos orais, e a fala, propriamente dita.
AS SUB-HABILIDADES DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA SÃO:
1. CONSCIÊNCIA DE PALAVRAS
2. CONSCIÊNCIA SILÁBICA
3. RIMAS E ALITERAÇÕES
4. CONSCIÊNCIA FONÊMICA “Dizemos que um indivíduo exerce uma atividade metacognitiva quando ele, conscientemente, analisa seu raciocínio e suas ações mentais, “monitorando” seu pensamento. Quando a pessoa faz isso sobre a linguagem oral ou escrita, dizemos que ela está exercendo uma atividade metalinguística. Tal reflexão consciente sobre a linguagem pode envolver palavras, partes das palavras, sentenças, características e finalidades dos textos, bem como as intenções dos que estão se comunicando oralmente ou por escrito. Quando reflete sobre os segmentos das palavras, a pessoa está pondo em ação a consciência fonológica” FONTE: GUIA DE FORMAÇÃO PNAIC - UNIDADE 03ANO 01_AZUL _ PÁGINA 21



1. CONSCIÊNCIA DE PALAVRAS
Também chamada de consciência sintática, representa a capacidade de segmentar a frase em palavras e, além disso, perceber a relação entre elas e organizá-las numa seqüência que dê sentido. Esta habilidade tem influência mais precisa na produção de textos e não no processo inicial de aquisição de escrita. Ela permite focalizar as palavras e sua posição na frase. Além disso, ordenar corretamente uma oração ouvida com as palavras desordenadas também é uma capacidade que depende desta habilidade.
EXEMPLOS:
ATIVIDADE 1 - POEMA
Leia a Poema.
                                        Corujice
A cara coruja
não encara
a cara do Sol,
mas à noite
fica bem na sua
cara a cara
com a lua.   
         
ELIAS JOSÉ. BONECO MALUCO E OUTRAS BRINCADEIRAS. PORTO ALEGRE, PROJETO, 1999.
a) Colorir os espaços entre as palavras.
b) Reescrever a frase. Cada palavra em um quadrinho.
AcorujanãoencaraacaradoSol


c) Reescrever a frase: Masanoiteficabemnasuacaraacaracomalua
d) Risque, na poesia, a palavra CORUJA.
e) Pinte o quadradinho que mostra quantas vezes a palavra CARA aparece na poesia.
f) Circule todas as palavras que começam com a letra C
g) Escreva no quadro outras palavras que comecem com a letra C



2. CONSCIÊNCIA SILÁBICA
Consiste na capacidade de segmentar as palavras em sílabas. Esta habilidade depende da capacidade de realizar análise e síntese vocabular.
São atividades como contar o número de sílabas, dizer qual é a sílaba inicial, medial ou final de uma determinada palavra e também contar, segmentar, unir, adicionar, suprimir, substituir e
transpor uma sílaba da palavra formando um novo vocábulo.
1. observar que a palavra janela tem 3 pedaços” (sílabas), que a palavra casa tem 2 “pedaços” e que, portanto, a primeira palavra é maior;
2. identificar, ao lhe mostrarmos 4 figuras (gato, bode, galho e mola), que as palavras gato e galho são as que “começam parecido”, porque começam com /ga/; - falar cavalo, quando lhe pedimos que diga uma palavra começada com o mesmo pedaço que aparece no início da palavra casa;
3. identificar que no interior das palavras serpente e camaleão há outras palavras (pente, leão, cama);
4. identificar, ao lhe mostrarmos 4 figuras (chupeta, galinha, panela, varinha), que
as palavras galinha e varinha terminam parecido, isto é, rimam;
5. falar palavras como caminhão ou macarrão, quando lhe pedimos que diga uma palavra
que rime com feijão;
6. identificar, ao lhe mostrarmos 4 figuras (vestido, martelo, vampiro, coruja), que as palavras vestido e vampiro são as que começam parecido, porque começam “com o mesmo sonzinho”.
7. segmentar em voz alta uma palavra (como guerra), dizendo um a um seus fonemas (/g/ /E/ /x//a/)1 e contá-los, sem estar pensando sobre as letras, isto é, sobre a forma gráfica da palavra;
8. adicionar ou subtrair fonemas no início de uma palavra;
9. recompor uma palavra, sintetizando seus fonemas, escutados sequenciadamente, um a um.
10. 1 /g/, /E/, /X/ e /a/ são os símbolos do alfabeto fonético internacional que representam os 4 fonemas da palavra guerra. Tal alfabeto serve para transcrever os sons (fonemas) de todas as línguas humanas. Nele, o símbolo X serve para notar tanto o som inicial da palavra rato como o primeiro fonema da segunda sílaba da palavra guerra.
FONTE: GUIA DE FORMAÇÃO PNAIC - UNIDADE 03 ANO 01_AZUL _ PÁGINA 21/22
12
EXEMPLOS:
ATIVIDADE 1 - POEMA
Leia o poema:

COISAS ESQUISITAS
Elias José
"Eu vi a barata
na careca do vovô.
Assim que ela me viu,
bateu asas e voou."
"Eu vi uma abelha
no nariz da vovó.
A abelha olhou, olhou,
não picou, pois teve dó."
FONTE: CAPARELLI, SÉRGIO. RESTOS DE ARCO-ÍRIS. COISAS ESQUISITAS. ELIAS JOSÉ
f) Encontre na parlenda palavras com:
1 SÍLABA
2 SÍLABAS
3 SÍLABAS
4 SÍLABAS

Eu vi a cobra perto do pé da tia. A cobra via, mas a tia não via a cobra, e sorria. Eu vi um jacaré deitado na rede. O bocão não me mordeu porque era um quadro na parede.
13
a) Escreva o numero as sílabas das palavras em destaque.
EU VI UM JACARÉ
DEITADO NA REDE.
O BOCÃO NÃO ME MORDEU
PORQUE ERA UM QUADRO NA PAREDE.
c) Faça perguntas que exijam reflexão sobre as sílabas:
 Que palavra formo se eu tirar ‘PA’ de PAREDE? _____________________
 Que palavra formo se eu tirar o ‘RA’ de ‘BARATA’? __________________
 Que palavra formo se eu tirar ‘RE’ JACARÉ’? _______________________
d) Compare as palavras BARATA e BATATA. Identifique a sílaba diferente. _______



3.1. ALITERAÇÕES
Realiza-se por meio de sons semelhantes, não de letras. De modo que a aliteração consiste na repetição de consoantes ou de sílabas – especialmente as sílabas tônicas – em duas (ou mais) palavras, dentro do mesmo verso, estrofe, ou numa frase. Geralmente, a repetição dos sons consonantais é feita no início e no interior de palavras, ou, então, em sílabas iniciais:
• Chegamos de uma terra feia, fria, fétida, fútil.
• “Toda gente homenageia Januária na janela.” (Chico Buarque)
• “Auriverde pendão de minha terra que a brisa do Brasil beija ebalança.” (Castro Alves)
Os gêneros trava-línguas são um bom exemplo de utilização da aliteração, pois repetem, no decorrer da frase, várias vezes o mesmo fonema. Também encontramos aliterações em poemas. Geralmente, os poetas utilizam a aliteração para sugerir ruídos da natureza.
ATIVIDADE 1 - POEMA
a) Professor, Leia para o aluno.
A ONDA
(MANUEL BANDEIRA)
A ONDA ANDA
ONDE ANDA
A ONDA?
A ONDA AINDA
AINDA ANDA
AINDA ONDA
AONDE?
AONDE?
A ONDA A ONDA
21
b) Escreva palavras que começam com sons semelhantes:




4. CONSCIÊNCIA FONÊMICA
Consiste na capacidade de analisar os fonemas que compõem a palavra. Tal capacidade, a mais refinada da consciência fonológica, é também a última a ser adquirida pela criança.
Atividades como dizer quais ou quantos fonemas formam uma palavra; descobrir qual a palavra está sendo dita por outra pessoa unindo os fonemas por ela emitidos; formar novas palavras subtraindo o fonema inicial da palavra (por exemplo, excluindo o fonema [k] da palavra CASA, forma-se a palavra ASA), são exemplos em que se utiliza a consciência fonêmica.
Os segmentos sonoros não possuem significados em si mesmos , mas permitem diferenciar uma unidade linguística significativa (semantema) de outra.
PALAVRA FONEMA
FACA \f\ \a\ \k\ \a\
VACA \v\ \a\ \k\ \a\
Fonema – Unidade sonora que compõe as palavras.
ATIVIDADE 1 – TRAVA LÍNGUA
O rato
O rato roeu a roupa do Rei de roma a rainha com raiva resolveu remendar.

a) Circule as letras R no trava língua.
b) Escreva o nome dos desenhos que comecem com a letra R.

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