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21 de fev. de 2014

PIP MUNICIPAL - CAPINÓPOLIS MG

 EQUIPE MUNICIPAL DO PIP - 2014  (PLANO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA) DE CAPINÓPOLIS
MARIA LENICE SANTOS SILVEIRA
EUNICE MENDES DE OLIVEIRA.
NÓS,  EQUIPE DO PIP DE CAPINÓPOLIS, QUEREMOS AGRADECER O APOIO QUE NOSSA ANALISTA  ELIANA ROCHA (S R E de Ituiutaba) NOS CONCEDERA DURANTE TODO O ANO DE 2013. MUITO OBRIGADA!
ANALISTAS DO PIP DA CAPITAL MINEIRA BH. VISITAM NOSSA ESCOLA E ACOMPANHAM DE PERTO O TRABALHO DA EQUIPE DO PIP-2013
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PIP - 2014
 INICIAMOS NOSSOS  TRABALHOS COM BASE NOS RELATÓRIOS DEIXADOS PELAS ESCOLAS MUNICIPAIS EM  DEZEMBRO DE 2013.

Construir educação de excelência: compromisso e responsabilidade de todos nós!

“Educação não é obra de um solista,
ou se orquestra ou não ocorre.
(...) há que haver coordenação, cooperação em torno de objetivos comuns.
(...) É preciso construir de alguma forma,
uma... COMUNIDADE DE DESTINO.”
Wanderley Codo

Transformações necessárias na Educação:

* 1)Mudar a percepção que temos de nós mesmos como profissionais da educação;

2)Redefinir a profissão do educador, garantindo que todos os alunos aprendam no tempo certo;

3)Entender que o tempo escolar não é nosso, mas dos alunos;

4)Garantir o foco pedagógico na escola e na sala de aula;

5)Fazer educação de excelência para que ela seja considerada um bem público;

6)Garantir formação integral a nossos alunos: cuidar e educar;

7)Acolher a todos os alunos em sua diversidade tornando realidade a escola inclusiva e democrática.




PIP MUNICIPAL
2014

ATIVIDADES PREVISTAS PARA O MÊS DE
JANEIRO




 EQUIPE MUNICIPAL DO PIP:

MARIA LENICE S. SANTOS
EUNICE MENDES



JANEIRO -  2014




Janeiro

Criar instrumentos para diagnóstico pedagógico de turmas e alunos.
Viabilizar o planejamento baseado nos 60 planos.




Atualizar permanentemente os dados de caracterização das escolas.
- Elaboração de diagnoses com base nos 60 planos e caderno do CEALE, mais direitos de aprendizagens tornando-as um dos instrumentos para embasamento do planejamento nas escolas;


- Sistematização dos formulários de planejamento (de curso, bimestral ou anual.)


- Criação de instrumentos facilitadores da compreensão dos (eixos, temas, tópicos e habilidades) e seus inter-relacionamentos no mesmo ano ou anos diferentes;


- Elaboração de sequências didáticas como “forma” de planejamento que estabelece uma lógica de organização do trabalho. (sequências interdisciplinares e disciplinares).

- Elaboração de FICHA DE ATUALIZAÇÃO DOS-DADOS-SOBRE DESENVOLVIMENTOS DOS ALUNOS
  






FEVEREIRO -  2014

“A escola dos nossos sonhos só será possível quando todos os educadores tiverem consciência de que 
não basta apenas criticar, é preciso em premissa maior, vestir a camisa de sua profissão com total 
responsabilidade”. 
                              Roberto Giancaterino
Atividades realizadas no mês de Fevereiro de 2014






Fevereiro
Acompanhar o planejamento pedagógico nas escolas.





Ampliar as formas de comunicação e interação das Equipes: PIP/ e equipes de gestão pedagógica das escolas.


Promover o trabalho articulado do PIP/ATC; Integração das ações do  professor em sala de aula, Recurso e Reforço.
SEQUÊNCIA DIDÁTICA:
Uma estratégia de ensino em favor do desenvolvimento dos direitos de aprendizagem da alfabetização e letramento.
- Apresentação dos formulários de avaliação diagnóstica como instrumento importante para o planejamento e definição das ações pedagógicas;

- Participação nas reuniões de Módulo II para assessoria à elaboração do planejamento de cada escola: planos bimestrais e planejamento de ações pedagógicas estratégicas;

- Análise do Plano de Intervenção Pedagógica das escolas para apresentação de sugestões de melhoria;
Divulgação, através de cartazes, do Blog como uma das “ferramentas” de interação das Equipes PIP/ e equipes de gestão pedagógica das escolas;

- - Articulação e organização do PIP/ de forma a atender, o quanto possível, as demandas para o trabalho nos anos iniciais do ensino fundamental.

-- Providenciar as atividades que atenderão os alunos que se encontram no nível intermediário e baixo desempenho após as avaliações diagnósticas e a nossa avaliação realizada na 1º e 2ºa semana de fevereiro.
Fábulas e A GALINHA PINTADINHA. 

* acompanhar a aplicação da Avaliação Diagnóstica, que foram baseando-se nas matrizes 
curriculares (eixos, descritores e capacidades), elaborando a matriz de referência e gabarito; 
S  R E já enviou por Email.






Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais – Secretaria Municipal de Educação - 
Capinópolis
Superintendência Regional de Ensino – Ituiutaba – MG.  PIP  -  2014
PLANILHA DE CONTRLE DO NÚMERO DE  VISITAS D E MONITORAMENTO E
 ATIVIDADES REALIZADAS PELA  EQUIPE MUNICIPAL DO PIP  ÀS ESCOLAS MUNICIPAIS  -   2014.



NOME DA ESCOLA
FEVEREIRO
QUEM?
O QUÊ?

03/02/
2ª -FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES
ORGANIZANDO LISTAS -  ALUNOS QUE ESTAVAM NO (BD) EM 2013 – E QUE AINDA NECESSITAM DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA EM 2014

04/02
3ª - FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES
ORGANIZANDO MATERIAL –  DIAGNÓSTICO DE ESCRITA
OFICINA - INTERVENÇÃO PARA ALUNOS NÃO LEITORES

05/02
4ª -FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES
INICIANDO OS TRABALHOS DE ANÁLISE E INTERVENÇÃO
SALA DA PROFESSORA CIDA DONIZETE.



06/02
5ª-FEIRA.
Matutino e

vespertino
MARIA LENICE
EUNICE MENDES.

 ( DIRETORA CIDA COSTA, SUPERVISORAS CELIA E ABADIA, PROF.  RECUPERADORA JUREMA
INICIANDO OS TRABALHOS DE ANÁLISE E INTERVENÇÃO

SALA DA PROFESSORA Mª GORETE E Prof. ANTÔNIO.

REUNIÃO NA E. M. HIGINO GUERRA.  Propor iniciar o trabalho em fevereiro. Ficou decidido começar dia 10/02. 2ª feira.



07/02
6ª- FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES.
INICIANDO OS TRABALHOS DE ANÁLISE E INTERVENÇÃO

SALA DA PROFESSORA Mª D’AGUIA.  Alunos no (BD)
ORGANIZANDO MATERIAL PARA E. M. HIGINO GUERRA.

FEVEREIRO
QUEM?
O QUÊ?

10/02
2ª- FEIRA

MARIA LENICE
EUNICE MENDES
SÔNIA LIMA
Reunião com a Supervisora  Sônia – matutino
Sugestão de trabalho para atendimento aos alunos que se encontram no (BD) – 2013.
A Supervisora Sonia se prontificou em realizar os trabalhos.

10/02
2ª- FEIRA


MARIA LENICE
EUNICE MENDES
 SUPERVISORAS CELIA E ABADIA,
Entrega do material xerocado (diagnose).
Analisando os avanços e dificuldades dos alunos.
As Supervisoras Celia e Abadia, também vão realizar os trabalhos de diagnose.

11/02
3ª- FEIRA


MARIA LENICE
EUNICE MENDES
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
SUPERVISORA ROSALVA
MATUTINO: INICIANDO OS TRABALHOS NA SALA DA PROFESSORA SÂMIA.

VESPERTINO: MARIA LENICE E CIDA INICIANDO OS TRABALHOS NA SALA DO PROFESSOR ANTONIO.

12/02
4ª- FEIRA


MARIA LENICE
EUNICE MENDES
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
SUPERVISORA ROSALVA
CONTINUANDO COM AS ATIVIDADES DE DIAGNÓSTICO NAS SALAS DO PROFESSOR ANTONIO (VESPERTINO)

MARIA LENICE E ROSALVA  -  ORGANIZANDO REUNIÃO DE MÓDULO II.    PARTICIPAÇAÕ DA EQUIPE DO PIP.

13/02
5ª- FEIRA

MARIA LENICE
EUNICE MENDES
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
MATUTINO: CONTINUANDO COM  OS TRABALHOS NA SALA DA PROFESSORA SÂMIA.
ORGANIZANDO ATIVIDADES DE INTERVENÇÃO PARA OS ALUNOS DE (BD) E INTERMEDIÁRIO.
CIDA DONIZETE: TRABALHANDO COM OS ALUNOS DO PROFESSOR ANTONIO.

14/02
6ª- FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
ORGANIZANDO PASTAS DO PIP – 2014 .
CIDA DONIZETE: TRABALHANDO COM OS ALUNOS DA PROFESSORA  CLEUZA

FEVEREIRO
QUEM?
O QUÊ?

17/02
2ª- FEIRA
MARIA LENICE
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
DIRETORA ZÉLIA  E SUPERVISORA SILVÂNIA.
ORGANIZANDO PASTAS DO PIP – 2014 .
CIDA DONIZETE: TRABALHANDO COM OS ALUNOS DA PROFESSORA  CLEUZA (2º ANO)
REPASSE PARA ADIRETORA ZÉLIA E SUPERVISORA SILVÂNIA DA PROPOSTA DE DIAGNOSE AOS ALUNOS  QUE SE ENCONTRAVAM NO (BD) EM 2013.

18/02
3ª- FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
CONSTRUINDO  PLANO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA
DE ACORDO COM AS DIFICULDADES QUE OS ALUNOS APRESENTARAM NA DIAGNOSE.

18/02
4ª- FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
Continuamos atendendo os alunos da sala da professora Cleuza e organizando atividades sugeridas no plano de intervenção pedagógica de acordo com as fases da leitura e escrita.
Preparando para a Reunião de pais que será hoje às 19:00 horas.
Participação da Equipe do PIP.

19/02
5ª- FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
Matutino: Entrega do material dos alunos (dos Níveis Recomendável e Intermediário e que neste ano estão no 4º ano) referentes às avaliações aplicadas no ano de 2013, fazendo as devidas intervenções.   Preparando-os para as avaliações diagnósticas.
Vespertino: Trabalhando com os alunos da Professora Cida Domingos e Cleuza. Organizando pasta do PIP  - 2014.
20/02
6ª- FEIRA
MARIA LENICE
EUNICE MENDES
PROFESSORA CIDA DONIZETE.
Matutino: Chamar os alunos (4º ano BD) ajuda-los a resolver as questões das avaliações aplicadas no ano de 2013,  fazendo as devidas intervenções. Preparando-os para as avaliações diagnósticas.
Vespertino: Trabalhando com os alunos da Professora Cida Domingos e Cleuza. Organizando pasta do PIP  - 2014

EQUIPE DO PIP EM REUNIÃO COM AS ESPECIALISTAS DA E. M. HIGINO GUERRA
CELIA E MARIA ABADIA
EQUIPE DO PIP -VISITANDO E. M. AURELISA A. DE SOUZA
ESPECIALISTA DO TURNO MATUTINO: SONIA LIMA

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DIAGNOSE -  2014


Atividades de leitura
     Na delegacia, o telefone toca. O delegado atende e uma voz 
desesperada diz:
     _ Por favor! Mande a patrulha aqui em casa! Vai acontecer uma tragédia!
     O delegado pergunta:
     _ Mas o que foi?
     _ Tem um gato aqui em casa. Entrou pela porta dos fundos!
     _ Mas quem é que está falando?
     _ O papagaio.


Lê com fluência – O aluno lê com entonação/ritmo e pontuação.
__________________________________________
Lê sem fluência – O aluno lê pausadamente as palavras do texto sem atentar
 para as pontuações.........................................................................................
.............................................................................................................................
............................................................................................................................
Lê silabando – O aluno lê pausadamente as sílabas das palavras, comprometendo 
o entendimento do texto.........................................................
...............................................................................................................................
..............................................................................................................................
Não lê – O aluno não leu o texto.......................................................................
...............................................................................................................................
Matriz de Referência – DIAGNÓSTICO 1
Capacidades
Descritores
Questões
O que observar:
Identificar finalidades e funções da leitura, em função do reconhecimento do suporte, do gênero e da contextualização do texto.
Identificar o gênero piada
Que gênero textual é esse?
Se o aluno reconhece o texto piada.
Construir compreensão global do texto lido, unificando e   inter-relacionando informações explícitas e implícitas, produzindo inferências.
Localizar informação explícita
Por onde o gato entrou?
Se o aluno precisa identificar, no texto lido, uma informação que se apresenta explicitamente.
Inferir informações
em textos
Qual a tragédia que poderia acontecer?
Se o aluno relaciona informações presentes em um texto (verbal, não verbal ou verbal e não verbal), a fim de produzir sentido para o que foi lido.
Por que o papagaio teve essa atitude?
Desenvolver capacidades necessárias à leitura com fluência e compreensão.
Identificar marcas linguísticas que evidenciam o enunciador do discurso direto e indireto
No trecho: “Por favor! Mande uma patrulha aqui em casa!”, quem está falando?
Se o aluno reconhece quem está com a fala.
___________________________________________________________________________
Ø O diagnóstico de escrita:
      
       (borboleta, cavalo, zebra e );
                DITADO LIVRE: O MENINO CAIU E QUEBROU O BRAÇO.

Pré-silábico – garatujas, rabiscos, desenhos, letras sem 
correspondência sonora.......................................................
.........................................................................................................
..........................................................................................................
Silábico quantitativo – Uma letra para cada sílaba sem correspondência
 com  
a grafia da palavra...........................................................................
.......................................................................................................
....................................................................................................
..................................................................................................
Silábico qualitativo – Uma letra para cada sílaba com correspondência 
com  a 
 grafia da palavra.............................................................................
.....................................................................................................
......................................................................................................
Silábico alfabético – escreve numa mesma palavra uma sílaba completa 
e uma 
sílaba representada por apenas uma letra. .............
.........................................................................................................
.........................................................................................................
......................................................................................................
......................................................................................
Alfabético – escreve a palavra com pequenos erros sem 
comprometer o entendimento da palavra............................................
.......................................................................................................
.......................................................................................................
.......................................................................................................
Alfabético Ortográfico – escreve observando as convenções 
ortográficas.................................................................................
....................................................................................................
...................................................................................................



Matriz de Referência – DIAGNÓSTICO 2
Capacidades
Descritores
Questões
O que observar:
Compreender diferenças entre a escrita e outras formas gráficas.
Diferenciar letras de desenhos.
Pedir que o aluno:
- aponte onde estão às letras.
-identifique os desenhos.
O aluno diferencia rapidamente os desenhos   das letras.
Diferenciar sinais gráficos de letras/desenhos.
Pedir que o aluno identifique a pontuação.
O aluno diferencia os sinais de pontuação das letras.
Dominar convenções gráficas.
Conhecer/utilizar a direção e alinhamento da escrita.
Pedir que o aluno escreva a frase.
O aluno escreveu respeitando direção da escrita.
Compreender a função de segmentação de espaços em branco na delimitação de palavras em textos escritos.
O aluno escreve obedecendo a segmentação de espaços em branco.
Iniciar frases com letra maiúscula.
Escreve a frase iniciando com a letra maiúscula.
Conhecer/ utilizar pontuação no final da frase.
Coloca a pontuação no final da frase.
Perceber a palavra como unidade gráfica.
Substituir o desenho pela palavra e pedir que o aluno conte quantas palavras tem na frase.
Observar se o aluno considera como palavras as sílabas como de, da, no etc e; vogais como A, O e É.
Conhecer o alfabeto.

Identificar pelo nome as letras do alfabeto.
Escolher uma palavra da frase e questionar qual o nome das letras desta palavra.
O aluno identifica o nome das letras da palavra escolhida.
Reconhecer unidades fonológicas como silabas, rimas, terminações de palavras, etc.
Identificar ao ouvir uma frase o número de palavras.
Sem o apoio gráfico, falar a frase em voz alta para o aluno, pedir que ele diga quantas palavras tem essa frase.
Ao ouvir uma frase, o aluno é capaz de identificar o número de palavras contidas nela.

Identificar ao ouvir uma palavra o número de sílabas.
Escolher um dos desenhos da frase e pedir que o aluno diga quantas sílabas tem essa palavra.
O aluno identifica a quantidade de sílabas de uma palavra.

Identificar sons de sílabas.
Escolher um dos desenhos da frase e pedir que o aluno diga qual é o pedacinho inicial.
Identifica sílaba inicial do nome do desenho.
Escolher um dos desenhos da frase e pedir que o aluno diga qual é o pedacinho final.
Identifica sílaba final do nome do desenho.
Escolher um dos desenhos da frase e pedir que o aluno diga qual é o pedacinho do meio.
Identifica sílaba mediana do nome do desenho.
Compreender a natureza alfabética do sistema de escrita.
Escrever palavras.
Escreva o nome dos desenhos da frase.
Em qual nível de escrita o aluno se encontra.
Desenvolver capacidades relativas ao código escrito especificamente necessárias a leitura.

Ler frases.
Pedir para que o aluno leia a frase.
Observar se o aluno lê com entonação conforme a pontuação.
Ler palavras.
Observar como o aluno lê palavras não canônicas.


APÓS REALIZARMOS ESTE DIAGNÓSTICO ELABORAMOS O PLANO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA PARA SER APLICADO ATÉ O FINAL DO MÊS DE MARÇO - 2014 





APROPRIAÇÃO DO SISTEMA ALFABÉTICO/
LEITURA COMPREENSÃO ORAL
            ANOS INICIAIS DA ALFABETIZAÇÃO
Leituras: 5 leituras para o nível recomendável e
 5 leituras para o nível intermediário.

Nível BD: Trabalhar  as atividades sugeridas nos blocos 1, 2, 3, 4.
OBJETIVOS:
·         Analisar a apropriação do sistema alfabético;
·         Analisar o domínio das habilidades metafonológicas;
·         Identificar o perfil de leitura;
·         Identificar as dificuldades de aprendizagem em áreas específicas;
·         Desenvolver instrumentos de intervenção, juntamente com o professor, relacionados às capacidades ainda não consolidadas pelos alunos.

__________________________________________________________________
                       NÍVEL BAIXO DESEMPENHO


Texto 1
A   PINTADINHA
____________________________________
E  O   CARIJÓ
_________________________________________
A      VESTE
_________________________________________________________________________
E O GALO,                                                          .



Ø Leia o poema.
Ø Qual é a última palavra da primeira linha?____________________

Ø Onde está a letra “A” na palavra “PINTADINHA”?  Circule.

Ø Como leio a segunda sílaba desta palavra? E a última?
 Qual a diferença dos sons destas sílabas?
Ø Mostre as palavras e desenhos que têm três sílabas.

Ø Qual é o desenho que se repete neste poema?
______________.
 Quais as letras desta palavra?


______________________________________ 

Texto 2
O que seria do mundo se a noite não existisse

Ø Quantas palavras têm esta sentença?
_____________________
Ø Qual é a primeira letra desta frase?__________ E a última?_____________________

Ø Quantas sílabas têm as palavras
 “noite”, ______________________
“existisse”____________________

Ø Por que você sabe que esta sentença é uma pergunta?___________________________________________

Ø Você sabe responder a esta pergunta?________________________



                         NÍVEL INTERMEDIÁRIO


TEXTO 1 

              SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR TEXTO 1


TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS



Apropriação do sistema alfabético

Aquisição de consciência fonológica

Identificar o número de sílabas que compõe uma palavra ao ouvir a pronúncia.
Quantas sílabas têm a palavra:
 CIRCO
Identificar sílabas ao ler uma palavra (consciência silábica- relação grafema/fonema)
Leia o nome: DANIEL
- Qual 1ª sílaba?
- qual a mediana ou
intermediária?
- Qual a última?











Leitura: compreensão análise e avaliação
Antecipar conteúdos de textos a serem lidos em função de seu suporte, seu gênero e sua contextualização.
Formular hipóteses
A partir das imagens, que tipo de texto você acha que é esse?
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.

Identificar assunto de texto
Do que o texto fala?
Ou qual o assunto do texto?
(festa de aniversário)
Localizar informações explicitas
- Quem é o aniversariante?
-Qual o dia da comemoração?
- Qual a hora?
- Qual o endereço?
- Qual o tema?
Localizar informações implícitas
Quem será que escolheu o tema?
(os familiares, já que o menino tem apenas um ano)
Coerência e coesão no processamento de
textos
Identificar os efeitos de sentido decorrentes recursos gráficos
(tamanho da letra, negrito)
Por que o nome DANIEL, está destacado no texto? (nome do aniversariante)

Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?
(Convite)
Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve um convite?
(convidar para um evento, falar sobre os vários tipos de convites)

______________________________________________________________________________
TEXTO  2



SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR TEXTO 2


TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS



Apropriação do sistema alfabético

Aquisição de consciência fonológica

Identificar o número de sílabas que compõe uma palavra ao ouvir a pronúncia.
Quantas sílabas têm a palavra:

 CLASSIFICADOS
Identificar sílabas ao ler uma palavra (consciência silábica- relação grafema/fonema)
Observe a palavra:
IMÓVEIS
- Qual 1ª sílaba?
- qual a mediana ou intermediária?
- Qual a última?











Leitura: compreensão análise e avaliação
Antecipar conteúdos de textos a serem lidos em função de seu suporte, seu gênero e sua contextualização.
Formular hipóteses
A partir da estrutura , que tipo de texto você acha que é esse e onde podemos encontrá-lo?
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.

Identificar assunto de texto
Do que o texto fala?
Ou qual o assunto do texto?
(venda de  imóveis)
Localizar informações explicitas
- Qual o nome do Jornal?
- Qual é data da publicação?
- Qual é o nome da página?
Inferir informações em textos
Observe as palavras: BROOKLIM NOVO e SANTA INÊS. São nomes de....
Inferir o sentido de uma palavra
Qual o significado da palavra CLASSIFICADOS neste contexto. E em outros?
Coerência e coesão no processamento de
textos
Identificar os efeitos de sentido decorrentes recursos gráficos
( tamanho e cores das letras)
Por que tem letra destacadas no texto? (nome página, do produto anunciado e dos bairros para localizar com mais rapidez o que se procura)



Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?
(anuncio)
Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve um anuncio?
(neste contexto é para vender um imóvel) falar de outros contextos.

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TEXTO 3
O PEIXE


POR QUE SERÁ QUE O PEIXE
PARECE TÃO DESCANSADO?
O QUE SERÁ QUE ELE FAZ?

NADA.
 Extraído de FILHO, A.T. Bichos diversos. São Paulo: Editora Scipione, 2004, p. 12.

NÍVEL INTERMEDIÁRIO
___________________________________
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR TEXTO 3

TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS



Apropriação do sistema alfabético
Aquisição de consciência fonológica
Identificar o número de sílabas que compõe uma palavra ao ouvir a pronúncia.
Quantas sílabas têm na palavra:
PEIXE
Reconhecimento da palavra como unidade gráfica.
Reconhecer o número de palavras que compõe um pequeno texto (Consciência de palavras)
Quantas palavras têm no texto?
(18)











Leitura: compreensão análise e avaliação
Antecipar conteúdos de textos a serem lidos em função de seu suporte, seu gênero e sua contextualização.
Formular hipóteses
A partir do título, que tipo de assunto vocês acham que vamos ler?
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.

Identificar assunto de texto
Qual o assunto do texto?
Ou o que o texto fala?
(o que faz um peixe)

Inferir o sentido de uma palavra
Qual o significado da palavra NADA, no texto.
Inferir o sentido de uma palavra
Qual o significado dessa palavra em outro contexto.
Avaliação do Leitor em relação aos textos
.



Distinguir fato de opinião sobre o fato
Qual a opinião do autor sobre a aparência do peixe?
Ele parece tão ....

Qual é a palavra que evidencia essa opinião.
         (PARECE)
Coerência e coesão no processamento de textos
Estabelecer relações de continuidade temática a partir da recuperação de elementos da cadeia referencial do texto
Na frase: O QUE SERÁ QUE ELE FAZ?

A quem se refere à palavra ele?
_______________________________________________________________________
TEXTO 4



Classificados poéticos
                                                         Roseana Murray.

Troco um passarinho na gaiola
por um gavião em pleno ar.
Troco um passarinho na gaiola
por uma gaivota sobre o mar.
Troco um passarinho na gaiola
por uma andorinha em pleno vôo.
Troco um passarinho na gaiola
por uma gaiola aberta, vazia...
 
 


















Classificados Poéticos, Editora Nacional,



NÍVEL INTERMEDIÁRIO
 
 



SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR O TEXTO 4


TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS






Apropriação do sistema alfabético
















Leitura: compreensão análise e avaliação

Aquisição de consciência fonológica

Identificar sílabas ao ler uma palavra (consciência silábica- relação grafema/fonema)
Leia a palavra GAIVOTA
- Qual 1ª sílaba?
- qual a mediana ou intermediária?
- Qual a última?
Identificar ao ler uma sílaba o número de Letras (Consciência fonêmica)
- Quantas letras têm a primeira sílaba?
(GAI)
Reconhecimento da palavra como unidade gráfica.
Identificar o número de vezes que uma palavra se repete se repete no texto.
(Consciência de palavras)
Quantas vezes as palavras se repetem no texto?
- troco (4)
- gaiola (5)
- passarinho (4)
Leitura: compreensão análise e avaliação
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.
Identificar assunto de texto
Do que o texto fala?
Ou qual o assunto do texto?
(Liberdade das aves)
Localizar informações explicitas
Como as gaiolas deveriam ficar?
Inferir informações em textos
Porque a autora quer trocar as aves que estão presas pelas aves livres?
Inferir o sentido de uma palavra
Qual o significado da palavra CLASSIFICADOS no título.
Em um jornal qual o significado da palavra CLASSIFICADOS?
Coerência e coesão no processamento de textos
Identificar efeito de sentido decorrente de recursos gráficos
Porque o Poema termina com três pontinhos?


Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?
(Poema)
Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve um poema? (para emocionar, divertir, convencer, fazer pensar o mundo de um jeito novo).

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TEXTO 5


O PAPAGAIO ESPECIAL




O freguês entrou na loja de animais e disse ao vendedor:
_ Queria um papagaio que fosse especial.
_ Chegou na hora certa! Temos um bilíngüe. Se levantar a patinha direita, ele fala inglês. Se levantar a patinha esquerda, ele fala francês.
_ E se ele levantar as duas patinhas?                         
O papagaio respondeu: 
_ Aí eu caio!



SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR O TEXTO 5

TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS
Apropriação do sistema alfabético
Aquisição de consciência fonológica

Identificar sílabas ao ler uma palavra (consciência silábica- relação grafema/fonema)
Leia a palavra PAPAGAIO
- Qual 1ª sílaba?
- Qual a última?
- Qual é a silaba que se repete na palavra?

Reconhecimento da palavra como unidade gráfica.
Identificar o número de palavras que tem na frase.
(Consciência de palavras)
Quantas palavras têm na frase:
“Se levantar a patinha direita, ele fala inglês. Se levantar a patinha esquerda, ele fala francês”.
Leitura: compreensão análise e avaliação
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.
Identificar assunto de texto
Do que o texto fala?
Ou qual o assunto do texto?
Localizar informações explicitas
Onde o freguês entrou?
Inferir informações em textos
O que é engraçado nesta piada?
Inferir o sentido de uma palavra
Quais são as línguas que o papagaio fala?
Coerência
e coesão no processamento de textos.
Identificar marcas lingüísticas que evidenciam o enunciador no discurso direto ou indireto
Qual é o trecho que apresenta a fala do papagaio:
Qual é o trecho que apresenta a fala do vendedor.
Estabelecer relações de continuidade temática a partir da recuperação de elementos da cadeia referencial do texto
Na frase “...ele fala inglês.
... ele fala francês.

A quem se refere às palavras ele 

Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?
(Piada)

Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve uma piada? (para divertir as pessoas).

TEXTO 6


 O pato mergulhão


(foto: Sávio Bruno).



           O pato-mergulhão tem esse nome curioso por causa dos mergulhos
           que dá para capturar peixes com seu bico fino e serrilhado.
             Capaz de ficar até um minuto submerso, essa ave, atualmente, só
         é vista no Brasil, onde se concentra em Goiás, Tocantins, Paraná 
                    e Minas Gerais.


               


 
 





























Fonte:http://cienciahoje.uol.com.br/148594- Disponível em22/07/09










NÍVEL RECOMENDÁVEL
 
 



SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR O TEXTO 6

TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS
Apropriação do sistema alfabético
Aquisição de consciência fonológica
Identificar sílabas ao ler uma palavra (consciência silábica- relação grafema/fonema)
Leia a palavra MERGULHÃO
- Qual 1ª sílaba?
- qual a mediana ou intermediária?
- Qual a última?
Reconhecimento da palavra como unidade gráfica.
Identificar o número de palavras na frase.
(Consciência de palavras)
Quantas palavras tem no título?
(3)
Leitura: compreensão
análise e avaliação
Antecipar conteúdos de textos a serem lidos em função de seu suporte, seu gênero e sua contextualização


Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.
Coerência e coesão no
processamento de
textos
Formular hipóteses
A partir do título e das imagens, que texto vocês acham que vamos ler?
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.
Identificar assunto de texto
Do que o texto fala?
Ou qual o assunto do texto?
Localizar informações explicitas
A imagem que você observou é uma foto. Quem tirou a fotografia?

Este bicho é uma ave que, segundo o texto, só é vista em nosso país. Qual é o nome do nosso país?
Em quais os estados ele pode ser visto?
Inferir o sentido de uma palavra
O que significa a palavra SUBMERSO?
Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?
(Divulgação cientifica)


Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve este texto?
( dar informações)
_______________________________________________________________________________________

TEXTO 7



ROSEANA MURRAY

Roseana Murray nasceu no Rio de Janeiro, onde vive até hoje. É casada, tem dois filhos e mais de quarenta livros publicados. Roseana gosta de animais e de viajar pelo mundo, olhando as coisas e as pessoas. Além de escrever poemas para gente de todas as idades, ela visita feiras de livros e escolas, onde trabalha junto com professores e alunos. Suas poesias falam de coisas simples como amor, peixes e flores.
Seu endereço eletrônico é :
http://www.docedeletra.com.br/murray.
Lá, ela responde carinhosamente a todos que lhe escrevem.
 
 















                                

                                     Fonte: http://www.edukbr.com.br/leituraeescrita/setembro02/iautores.asp

NÍVEL RECOMENDÁVEL
 

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR O TEXTO 7


TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS
Leitura: compreensão
análise e avaliação
Antecipar conteúdos de textos a serem lidos em função de seu suporte, seu gênero e sua contextualização
Formular hipóteses
A partir do título, que texto vocês acham que vamos ler?
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.
Identificar assunto de texto
Do que o texto fala?
Ou qual o assunto do texto?
Localizar informações explicitas

- Onde a autora mora?
- Que tipo de texto ela escreve?
- Além de escrever, o que mais ela gosta de fazer?
- Quais os temas de suas Poesias?




Inferir informações em textos
Por o título tem o nome da autora?
- O que significa Endereço eletrônico?

- Através de que aparelho/ instrumento podemos escrever para ela?
Coerência e coesão no processamento de textos
Estabelecer relações de continuidade temática a partir da recuperação de elementos da cadeia referencial do texto
Na frase
Lá, ela responde carinhosamente a todos que lhe escrevem”.
- A que se refere a palavra ?
- A quem se refere a palavra Ela ?

Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?

(Biografia)

Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve uma Biografia?
(Contar a história da vida de uma pessoa)


_____________________________________________________________________________ 
TEXTO 8

A raposa e a cegonha

A raposa e a cegonha mantinham boas relações e pareciam ser amigas sinceras. Certo dia, a raposa convidou a cegonha para jantar e, por brincadeira, botou na mesa apenas um prato raso contendo um pouco de sopa.  Para ela, foi tudo muito fácil, mas a cegonha pode apenas molhar a ponta do bico e saiu dali com muita fome.

_ Sinto muito, disse a raposa, parece que você não gostou da sopa.

_Não pense nisso, respondeu a cegonha. Espero que, em retribuição a esta visita, você venha em breve jantar.

No dia seguinte, a raposa foi pagar a visita. Quando sentaram à mesa, o que havia para o jantar estava contido num jarro alto, de pescoço comprido e boca estreita, no qual a raposa não podia introduzir o focinho. Tudo o que ela conseguiu foi lamber a parte externa do jarro.

_Não pedirei desculpas pelo jantar, disse a cegonha, assim você sente no próprio estômago o que senti ontem.

Moral da história:Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
 
 































www.metáforas.com.br/infantis/araposaeacegonha 08/07/09








NÍVEL RECOMENDÁVEL
 
 





SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR O TEXTO 8

TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS
Leitura: compreensão
análise e avaliação
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.
Identificar assunto de texto
Do que o texto fala?
Ou qual o assunto do texto?
(da falsa amizade entre a Raposa e a Cegonha )
Localizar informações explicitas
- Para que a raposa convidou a cegonha?
- Como era o prato em que a raposa ofereceu para a Cegonha?
_ Como era o jarro em que a Cegonha ofereceu o jantar?






Coerência e coesão no
processamento de textos

Identificar marcas linguísticas que expressam relações de tempo.
Na segunda frase do texto qual é a expressão relativa à ocasião em que a Raposa convidou a Cegonha para jantar?
(Certo dia)
No início do 4º parágrafo Qual é a expressão que também indica tempo?(No dia seguinte)
Identificar marcas linguísticas que expressam relações de lugar.

Onde a Raposa foi pagar a visita ?
(na casa da Cegonha)
Identificar marcas linguísticas que expressam relações de causa e consequência

Por que a Cegonha não pediu desculpas para a Raposa?

Inferir o sentido de uma expressão
Qual o significado da Moral da história:
“Quem com ferro fere, com ferro será ferido”.
Identificar marcas linguísticas que evidenciam o enunciador no discurso direto ou indireto
- Qual é o trecho que apresenta a fala da Raposa?
- Qual é o trecho que apresenta a fala da Cegonha?
Estabelecer relações de continuidade temática a partir da recuperação de elementos da cadeia referencial do texto
Nas frases “Para ela, foi tudo muito fácil...”.
Tudo o que ela conseguiu foi lamber...”
A quem se refere a palavra ela ?
Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
Distinguir fato de opinião sobre o fato
Qual a opinião do narrador sobre a amizade da Cegonha e da Raposa (pareciam ser amigas sinceras)
Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?
(Fábula)
Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve uma Fábula?
(Ensinamento)

______________________________________________________________________________________________


TEXTO 9



 












  



NÍVEL RECOMENDÁVEL
 
 





SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR O TEXTO 9

TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS
Leitura: compreensão
análise e avaliação
Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.
Identificar assunto de texto
- Do que o texto fala?

- Ou qual o assunto do texto?

 (Cebolinha cantando e tocando violão)
Localizar informações explicitas
Onde ele seta sentado?
(cadeira / banquinho / tamborete)
Quem é o outro personagem? (Cascão)




Inferir informações em textos

-
- O cascão estava gostando das musicas que o Cebolinha estava tocando?

- O que o Cebolinha pensou quando o Cascão pediu o sapato emprestado?
Coerência e coesão no processamento de textos



Identificar efeito de
sentido decorrente  de recursos gráficos
Por que as notas musicais estão tremidas?
Qual o recurso utilizado pelo ilustrador para dar “movimento” ao sapato?

Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?

(Histórias em quadrinhos ou Tirinha)

Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve uma tirinha?

(depende do contexto, nesse caso é para divertir)


__________________________________________________________________________________________ 
TEXTO 10
  


   Fonte: internet – julho 2010 SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR O TEXTO 10
TÓPICOS
CAPACIDADE
DESCRITOR
QUESTÕES PROPOSTAS
Leitura: compreensão
análise e avaliação


Construir compreensão global do texto lido, unificando e inter-relacionando informações explicitas e implícitas, produzindo inferências.
Levantar hipóteses
A partir do título e das imagens, que tipo de assunto vocês acham que vamos ler?
Localizar informações explicitas
Qual é o tema do texto?
O que deve ser feito quando aparecem os que sintomas da Dengue?
Identificar assunto de texto
Do que o texto fala?
Ou qual o assunto do texto?

(sintomas da Dengue)
Interpretação de informações
implícitas em textos
Observando as expressões do personagem o que podemos concluir?
(está com Dengue)

Inferir informações em textos

O que significam os símbolos que estão alinhados na parte inferior do texto?
(Patrocinadores e parcerias)
Coerência e coesão no processamento de textos
Identificar os efeitos de sentido decorrentes recursos gráficos (caixa alta, tamanho da letra, negrito)
Por que a palavra Dengue está destacada no texto?
Identificar os efeitos de sentido decorrentes recursos gráficos (sinais de adição, subtração e igual)
Qual a intenção do ilustrador ao usar os sinais matemáticos?

(A soma dos sintomas significa que pode ser Dengue)
Implicações do Gênero e do suporte na compreensão de textos
.

Identificar gênero textual a partir de seu conteúdo
Qual é o nome deste gênero textual?

(Campanha publicitária)
Reconhecer finalidade do gênero
Para que serve uma Campanha publicitária neste contexto?

(alertar a população para reconhecer os sintomas da Dengue e buscar ajuda médica)

 

 

14 de jan. de 2014

Pr Claudio Duarte. Tema: Compromisso Com a Palavra de Deus, Feliz 2014

Aula de Matemática realizada em uma turma de Educação Infantil

Aula de Matemática realizada em uma turma de Educação Infantil 
Professoras: Laudiceia de Souza e Theane Gonçalves de Souza Pereira

PLANO DE AULA

Objetivos:
·         Conhecer as formas geométricas planas
·         Diferenciar as formas geométricas
·         Proporcionar aos alunos a leitura das figuras geométricas planas através do cartaz.
·         Desenvolver a coordenação motora
·         Pintar a quantidade que se pede

Conteúdo:
Formas geométricas planas.

Metodologia:
·         Acolhimento: Com os brinquedos
·         Oração: Pai nosso
·         Musica de chegada: Olá, olá eu já cheguei....
·         Hora da história: Chapeuzinho Vermelho
·         Freqüência; Fazer a chamada.
·         Hora da atividade:
Falar para os alunos das formas geométricas.
Mostrar cartaz com gravuras das formas geométricas planas (triângulo, quadrado e circulo) perguntando para eles o nome das gravuras que estão no cartaz.
Em seguida com base nas figuras apresentadas anteriormente, explicar de forma simples e dinâmica as formas geométricas planas apresentadas.
Dar atividade; Pinte o circulo e o triângulo. Pinte as formas geométricas planas de acordo a cor que se pede.
·         Recreio;
Retomar as formas geométricas planas.
Ligue a figuras a suas formas.
Matemática; pinte um circulo um quadrado e um triângulo para cada desenho.
Após terminar as atividades confeccionar um cartaz com as forma geométricas planas
Avaliação: Critérios
·         Conhece as formas geométricas planas
·         Diferencia as formas geométricas
·         Proporciona aos alunos a leitura das figuras geométricas planas através do cartaz.
·         Desenvolve a coordenação motora
·         Pintar a quantidade que se pede

Instrumentos:
·         Cartazes;
·         Atividades XEROCADAS



Relato da aula:

Esta aula foi executada em turma de pré-escolar, no qual participaram quinze alunos, com a faixa etária entre 05 e 06 anos de idade. Considerando o trabalho com formas geométricas planas, cujo objetivo é proporcionar aos alunos o conhecimento das formas geométricas planas, diferenciarem uma forma da outra, percebendo a existência das formas geométricas planas em todo o ambiente que o rodeia.
Nesse sentido iniciamos a aula falando das formas, mostrando a relação entre as formas e os objetos existentes na sala de aula. Ao falar a palavra formas geométricas eles ficaram assustado, mas quando mostramos o cartaz com o desenho das formas, eles não se assustaram tanto, pois já foram criando um conceito do que era. Quando perguntamos os, nomes das formas, alguns disseram que o círculo era uma bola, não estavam errados, pois o formato do círculo é mesmo de uma bola, portanto respondemos para eles que aquela bola se chamava círculo. O quadrado não foi preciso explicar seu nome pois eles já conheciam, ficamos surpresas, em perceber que eles já sabiam que era um quadrado, talvez pela relação com o quadro da sala, “quadro,quadrado “, das formas apresentadas a que eles apresentaram dificuldade foi o triângulo, mas após nossa explicação passaram a conhecer e aprenderam o nome das três formas rapidamente, podemos afirmar isso por que as atividades propostas foram realizadas sem dificuldade por eles.
A aula foi bastante produtiva, pois todos os alunos participaram ativamente da aula, é hoje eles já conhecem e diferenciam as formas geométricas planas trabalhadas.



 Estas rimas são para trabalhar as formas geométricas e para ajudar a Alexandra e as outras colegas que pediram ajuda para este tema.
Podem explorá-las de diferentes formas, nomeadamente fazer um placa na sala com estas rimas e o desenho das figuras geométricas feitas pelas crianças. Ou fazer um livrinho, em que cada folha tem a rima de uma forma geométrica e eles desenham a respectiva figura geométrica.

Eu sou o Quadrado
Bonito demais
Tenho quatro lados
E todos iguais
E eu sou o Círculo
Sou igual à lua
Sou o mais bonito
Lá da minha rua
Eu sou o Triângulo
Tenho três biquinhos
De chapéu eu sirvo
Para os palhaçinhos
Eu sou o Retângulo
Cresci mais de um lado
Para fazer inveja
Ao senhor quadrado
MATEMÁTICA –
OBJETIVOS
  1. Desenvolver e ampliar os conceitos matemáticos para que os alunos possam executar as atividades propostas com interesse, atenção e principalmente que ocorra assimilação e aprendizagem.
  2. Identificar números, cores, formas geométricas, medidas, etc.
  3. Desenvolver raciocínio lógico-matemático.
  4. Desenvolver o processo de adição.
CONTEÚDO
  • Estruturas Lógicas: discriminação: semelhanças e diferenças; conjuntos; identificação/comparação.
  • Numerais: revisão dos números (0 até 9), idéia de unidade, número 0 (zero), unidade e dezena, idéia de ordinal, números de 0 até 20, quantidades: igual/diferente, mais/menos, cheio/vazio.
  • Operação com Números: adição: total até 9.
  • Espaço e forma: traçado de linhas: curvas (aberto/fechado), posicionamento: frente/ atrás, em cima/embaixo, dentro/fora, longe/perto, primeiro/último, direita/esquerda; identificação de figuras geométricas (círculo, triângulo, retângulo, quadrado).
  • Medidas: tamanho: maior/menos, grande/pequeno; espessura: grosso/fino, largo/estreito.
  • Fração: inteiro/metade.
ESTRATÉGIA
  1. Utilizar: figuras, desenhos, cartazes, lousa, material escolar, caderno quadriculado, atividades gráficas.
  2. Confeccionar: cartazes, murais, fichas, números.
  3. Recorte, colagem e pintura.
  4. Atividade com sucatas.
  5. Músicas e histórias.
  6. Jogos, brincadeiras e material pedagógico.
AVALIAÇÃO
Avaliação através das atividades realizadas pelos alunos e correções das lições, sempre verificando a participação, interesse e aprendizagem.
Avaliação contínua e diária desenvolvendo raciocínio lógico-matemático.

________________________________________________________________________

Atividades com Blocos Lógicos

Descrição: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiylGjDizB6tnZ2pjfMTl4j7O2XcStRmw6r-18lu_paWUvBXXX339aUOzRO0_dkDdzjqr5QV1PzSBH97XrSmEMgOG-nWFCR44oKHZxfzIIsUAT0pvOeKIV61PrZYkryAgYVR-w77lNyW8c/s400/mat_foto2.jpg

Nas classes de educação infantil, essas pequenas peças geométricas, criadas na década de 50 pelo matemático húngaro Zoltan Paul Dienes, são bastante eficientes para que seus alunos exercitem a lógica e evoluam no raciocínio abstrato. Em pequenas doses, com brincadeiras e atividades dirigidas, você pode tirar todo o proveito didático que o material oferece. Com os blocos lógicos é possível, por exemplo, ensinar operações básicas para a aprendizagem da Matemática, como a classificação e a correspondência. Essa ajuda certamente vai facilitar a vida de seus alunos nos futuros encontros com números, operações, equações e outros conceitos da disciplina.


LIVRE CRIAÇÃO

O primeiro passo é promover o reconhecimento do material. Com cartolina ou outro material semelhante, prepare pranchas com desenhos feitos nas formas dos blocos lógicos ­ uma casinha formada de um retângulo e um triângulo, por exemplo. Em seguida, os alunos reproduzem a figura utilizando as peças. Para isso, vão observar e comparar as cores, os tamanhos e as formas que se encaixam.
O trabalho em grupo enriquece a atividade, pois as crianças certamente vão discordar entre si. O diálogo contribuirá para o conhecimento físico de cada bloco. Depois de completar alguns desenhos, os próprios alunos criam novas figuras.

Descrição: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjd6kGhy2bp_rN2lgTX5Ep2JTIZnkkzpfh81Mg7dD_1GLjy0ppLS_Ltr63d11qTGHan5tcI1x0AML_wV9fWE7vqzlw3GQ8PEil6-5WWLZrmS9qLccs1j0nP1cHL40-60F0tnwtIWHcZSd0/s400/mat_foto6.jpg
Trenzinho feito com círculos, quadrados e retângulos: formas livres no primeiro contato das crianças com as peças dos blocos lógicos


A HISTÓRIA DO PIRATA

Agora, conte a seguinte história: "Era uma vez um pirata que adorava tesouros. Havia no porão de seu navio um baú carregado de pedras preciosas. Nesse porão, ninguém entrava. Somente o pirata tinha a chave. Mas sua felicidade durou pouco. Numa das viagens, uma tempestade virou seu barco e obrigou todos os marinheiros a se refugiarem numa ilha. Furioso, o pirata ordenou que eles voltassem a nado para resgatar o tesouro. Mas, quando retornaram, os marujos disseram que o baú havia sumido. 'Um de vocês pegou', esbravejou o pirata desconfiado." Nesse ponto, começa o jogo com as crianças. Peça que cada uma escolha um bloco lógico. Ao observar as peças sorteadas, escolha uma delas sem comunicar às crianças qual é. Ela será a chave para descobrir o "marujo" que está com o tesouro. Apresente então um quadro com três colunas (veja abaixo). Supondo que a peça escolhida seja um triângulo pequeno, azul e grosso, você diz: "Quem pegou o tesouro tem a peça azul". Pedindo a ajuda das crianças, preencha os atributos no quadro. Em seguida, dê outra dica: "Quem pegou o tesouro tem a forma triangular". Siga até chegar ao marinheiro que esconde o tesouro. A atividade estimula mais que a comparação visual. Também exercita a comparação entre o atributo, agora imaginado pela criança, e a peça que a criança tem na mão. A negação (segunda coluna do quadro) leva à classificação e ajuda a compreender, por exemplo, que um número pertence a um e não a outro conjunto numérico.

QUAL É A PEÇA?

Para descobrir, as crianças entram numa competição. Você deve dividir a turma em grupos e distribuir um conjunto de atributos para cada um contendo as características de uma peça (por exemplo: amarelo, triângulo, grande e fino). Em seguida, o grupo tem que selecionar a peça correspondente e apresentá-la às outras equipes. A competição pode girar em torno de qual grupo encontra a peça correta em menos tempo ou de qual grupo encontra mais peças corretas. À medida que acertam, recebem uma pontuação. Outra opção é cada equipe desafiar os outros grupos da classe distribuindo eles mesmos os atributos. Nesse jogo, as propriedades dos blocos são apresentadas de forma separada. O raciocínio lógico estará voltado para a composição e a decomposição das características de cada peça. Antes de escolher a peça correta, a criança terá de imaginá-la com todas as suas características. Esse é o mesmo processo pelo qual as crianças passarão quando estiverem formando o conceito de número. Conforme evoluírem, saberão que o número 4, por exemplo, é par, maior que 3 e menor que 5, sem precisar usar materiais concretos para isso. Nessa fase, entendem também que é importante saber os nomes corretos de cada característica. Não pode haver dúvida entre o que é amarelo e o que é vermelho, por exemplo. Mais adiante, também não poderão vacilar entre o que seja um quadrado e um pentágono, um número inteiro e um fracionário.

O JOGO DAS DIFERENÇAS

Nesta atividade, as crianças trabalham sobre um quadro contendo três peças. O desafio consiste em escolher a quarta peça observando que, entre ela e sua vizinha, deverá haver o mesmo número de diferenças existente entre as outras duas peças do quadro. As peças devem ser colocadas pelo professor de forma que, em primeiro lugar, haja apenas uma diferença. Depois duas, três e, por fim, quatro diferenças entre as peças. A intenção é que as crianças façam comparações cada vez mais simultâneas quando estiverem pensando na peça que se encaixe em todas as condições. Esse raciocínio lhes será útil em várias situações do cotidiano, como dirigir um carro ou operar um computador, bem como em temas futuros da Matemática. Afinal, quase sempre há mais de uma resolução para um problema ou um sistema de equações. A criança terá que ponderá-las para chegar à forma mais conveniente.
SIGA OS COMANDOS

As crianças vão transformar uma peça em outra seguindo uma seqüência de comandos estabelecida pelo professor. Esses comandos são indicados numa linha por setas combinadas com atributos. No exemplo da foto, vemos uma seqüência iniciada com os atributos círculo, azul e grosso. As crianças então escolhem a peça correspondente. O comando seguinte é mudar para a cor vermelha. As crianças selecionam um círculo grosso e vermelho. Em seguida, devem mudar para a espessura fina. Então, um círculo vermelho e fino é selecionado. Assim por diante, o professor pode continuar acrescentando comandos ou pode apresentar uma seqüência pronta. Depois é feito o processo inverso. As crianças são então apresentadas a uma nova seqüência de comandos, já com a última peça. Elas deverão reverter os comandos para chegar à peça de partida. A atividade é essencial para o entendimento das operações aritméticas, principalmente a soma como inverso da subtração e a multiplicação como inverso da divisão. E também contribui, no futuro, para que as crianças resolvam problemas e entendam demonstrações, atividades que exigem uma forma de raciocínio em etapas sequenciais.


Trabalhando com Material Dourado e Blocos Lógicos nas Séries Iniciais
Karen Daltoé
Sueli Strelow
Maria Montessori
Maria Montessori (1870-1952), nasceu na Itália. 
Interessou-se pelo estudo das ciências, mas decidiu-se pela Medicina, na Universidade de Roma. Direcionou a carreira para a psiquiatria e logo se interessou por crianças  deficientes. “A grande contribuição de Maria Montessori à moderna pedagogia foi a tomada de consciência da criança”, percebendo que estas respondiam com rapidez e entusiasmo aos estímulos para realizar tarefas, exercitando as habilidades motoras e experimentando autonomia. 
Devido sua formação médica teve fortes influências positivistas, acreditava na experiência sensível externa que dá ao homem o progresso da inteligência, para que ele possa deixar de egoísmo e viver também  para os outros.

Para ela a educação deve ser efetivada em etapas gradativas, respeitando a fase de desenvolvimento da criança, através de um processo de observação e dedução constante, feito pelo professor sobre o aluno. Na sua visão a criança traz consigo forças inatas interiores, pré-disponibilizada para aprender mesmo sem a ajuda do alheio, partiu de um princípio básico: A CRIANÇA É CAPAZ DE APRENDER NATURALMENTE. Buscando desenvolver essas energias, acredita que o educando adquire conhecimento e se torna livre para a expressão do seu ser através da liberdade do seu potencial, disse: “DEIXE A CRIANÇA LIVRE, E ELA SE REVELARÁ”. Segundo Montessori , na sala de aula o professor é uma espécie de orientador que ajuda a direcionar o indivíduo no seu desenvolvimento espontâneo, para que o mesmo não desvie do caminho traçado, assegurando a livre expressão do seu ser, sua exigência com o professor era: RESPEITO À CRIANÇA.
A escola criada por Montessori prima pela educação que leva em conta o ser total, também a criança como um todo: a interdependência corpo-mente. O homem não é um ser acabado, pronto. É alguém “em trânsito”, a caminho, sujeito a todas as mutações da Cultura. Para ela, educar é semear, é transmitir VIVÊNCIA. O educador educa através de ATITUDES, que servem como apoio/referencial para criança. Isso mostra sua preocupação com o bem-estar e social da criança e também com o aspecto prático da educação. Ainda segundo ela, a criança aprende mexendo-se (aprendizagem-movimento) num ambiente previamente preparado. 
Sua escola foi totalmente adaptada para atender as necessidades da criança, favorecendo a independência do aluno.

DESCOBRIR O MUNDO PELO TOQUE
Nas escolas montessorianas o espaço interno era (e é) cuidadosamente preparado para permitir aos alunos movimentos livres, facilitando o desenvolvimento da independência e da iniciativa pessoal. Assim como o ambiente, a atividade sensorial e motora desempenha função essencial. Ou seja, dar vazão à tendência natural que a garotada tem de tocar e manipular tudo que está a seu alcance.
Maria Montessori defendia que o caminho do intelecto passa pelas mãos, porque é por meio do movimento e do toque que os pequenos exploram e decodificam o muno ao seu redor. “A criança ama tocar os objetos para depois poder reconhecê-los”, disse certa vez. Muitos dos exercícios desenvolvidos pela educadora – hoje utilizados largamente na Educação Infantil – objetivam chamar a atenção dos alunos para as propriedades dos objetos (tamanho, forma, cor, textura, peso, cheiro, barulho).
O método Montessori parte do concreto rumo ao abstrato. Baseia-se na observação de que meninos e meninas aprendem melhor pela experiência direta de procura e descoberta. Para tornar esse processo o mais rico possível, a educadora italiana desenvolveu os materiais didáticos que constituem um dos aspectos mais conhecidos de seu trabalho. São objetos simples, mas muito atraentes, e projetados para provocar o raciocínio. Há materiais pensados para auxiliar todo tipo de aprendizado, do sistema decimal à estrutura da linguagem.
Exemplos desses materiais: blocos maciços de madeira para encaixe de cilindros, blocos de madeira agrupados em três sistemas, encaixes geométricos, material das cores, barras com segmentos coloridos vermelho/azul, algarismos em lixa, blocos lógicos, material dourado, cuisenaire, ábaco, dominó, etc.

MATERIAL DOURADO

"Preparei também, para os maiorezinhos do curso elementar, um material destinado a representar os números sob forma geométrica. Trata-se do excelente material denominado material das contas. As unidades são representadas por pequenas contas amarelas; a dezena (ou número 10) é formada por uma barra de dez contas enfiadas num arame bem duro. Esta barra é repetida 10 vezes em dez outras barras ligadas entre si, formando um quadrado, "o quadrado de dez", somando o total de cem. Finalmente, dez quadrados sobrepostos e ligados formando um cubo, "o cubo de 10", isto é, 1000.
Aconteceu de crianças de quatro anos de idade ficarem atraídas por esses objetos brilhantes e facilmente manejáveis. Para surpresa nossa, puseram-se a combiná-los, imitando as crianças maiores. Surgiu assim um tal entusiasmo pelo trabalho com os números, particularmente com o sistema decimal, que se pôde afirmar que os exercícios de aritmética tinham se tornado apaixonantes.
As crianças foram compondo números até 1000. O desenvolvimento ulterior foi maravilhoso, a tal ponto que houve crianças de cinco anos que fizeram as quatro operações com números de milhares de unidades".
O Material Dourado é um dos muitos materiais idealizados pela médica e educadora italiana Maria Montessori para o trabalho com matemática.
Embora especialmente elaborado para o trabalho com aritmética, a idealização deste material seguiu os mesmos princípios montessorianos para a criação de qualquer um dos seus materiais, a educação sensorial:
  • desenvolver na criança a independência, confiança em si mesma, a concentração, a coordenação e a ordem;
  • gerar e desenvolver experiências concretas estruturadas para conduzir, gradualmente, a abstrações cada vez maiores;
  • fazer a criança, por ela mesma, perceber os possíveis erros que comete ao realizar uma determinada ação com o material;
  • trabalhar com os sentidos da criança. 


2 de jan. de 2014

PNAIC 2013 LÍNGUA PORTUGUESA

SIMULADO 3º ANO DE ESCOLARIDADE

SIMULADO DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA RIO DE JANEIRO

AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA


http://pt.scribd.com/doc/195337170/Ad-Lingua-Portuguesa-Final

AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA

APLICAÇÃO DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS - E. M. HIGINO GUERRA

 

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